sábado, 19 de setembro de 2009

Como um funcionário vê a escola

ENTREVISTA

Nome: Claudia Mara Oliveira Cardoso

Função: Pedagoga

Quanto tempo você trabalha nesta escola (FUNEC-Tropical)?

Eu trabalho aqui há dois anos.

O que você acha da nossa escola?

Eu acho que a nossa escola faz um trabalho sério, diferenciado, tentando corresponder às expectativas da comunidade escolar.

O que precisa mudar em nossa escola?

Nós precisamos acreditar mais no trabalho que fazemos, enquanto equipe mesmo. Nossas concepções de educação nem sempre se encontram. Às vezes nos desentendemos a respeito da maneira como concebemos as coisas.

O que pensa sobre o interesse dos alunos?

Acho que os alunos precisam ter mais interesse pelos estudos e mais cuidado com a escola. Fico preocupada com a falta de motivação dos jovens em nossas escolas. O que fazer para que acreditem mais na importância dos estudos? Como podemos construir uma escola mais interessante para nossos alunos? Que atividades despertam mais atenção?

Você acha que o interesse dos alunos iria mudar o que precisa mudar na escola? Por quê?

Sim. Penso que, quando o aluno se interessa pelo conteúdo e pela atividade que esta sendo desenvolvida na sala ou na escola, tudo ganha um novo sentido. Aliás, tudo só pode ter algum sentido se sabemos o porquê e ande queremos chegar. O interesse pode mudar muita coisa dentro de nossas escolas, ou pelo menos contribuir de forma significativa para uma mudança de verdade para estas instituições. Precisamos de caminhar em direção aos nossos alunos, e aprender a vê-los em suas necessidades e buscas, mas dependendo também do desejo e interesse de todos que freqüentam nossas salas de aula. Sem vontade, sem desejo nada faz sentido.


Entrevista feita pela aluna:

Amanda Luiz Lopes

Turma: 3° C

Entrevista com professor Marco Aurélio

Entrevista com professor Marco Aurélio, filosofia.

Educação;

A educação é a capacidade humana de desenvolver valores intelectuais, físicos, morais, culturais, etc. Isso porque o homem, diferente dos animais, se auto constrói, se auto produz, através das relações sociais e do trabalho produzindo cultura num determinado tempo histórico.
Com este conceito, podemos constatar que a educação no Brasil, se é que ela existe, é para uma elite que pode pagar ou usufruir das universidades públicas federais.
É importante salientar que a educação é um processo muito amplo, ela não esta localizada apenas no espaço escolar, tal qual á conhecemos. A educação começa na família, na comunidade, no ambientr de trabalho, na igreja, enfim, em todos os lugares onde ha relações humanas, se produzindo valores, normas, princípios e regras.
Devemos mencionar ainda, que a educação é produto de um sistema econômico, político e social. No caso brasileiro, produzimos e reproduzimos os valores e a educação baseada no modo de produção capitalista. Assim, preconizamos a formação de um cidadão crítico, consciente, e participativo mas que na verdade, o próprio modo de produção capitalista estimula valores tais como:concorrência, competitividade e a luta para vencer.
Evidentemente, a relação professor e aluno, ensino e aprendizagem, vão refletir na maneir de pensar, sentir e agir dos atores envolvidos nests processo que é o atual sistema.
Podemos concluir então, que o discurso educacional na verdade é uma falácia, pois, preconiza autonomia, a liberdade e a participação do sujeito, entretanto, vemos o sujeito tal qual qualquer outro do sistema, ou seja, Narciso acha feio tudo o que não é descatável.

Entrevistador(a): Fernanda de Morais.

Funec Tropical

Esse Blog é especialmente para discutirmos assuntos das escolas, do que acontece em geral nas escolas o que precisamos melhorar, discutirmos o interesse dos alunos e professores etc..Espero que vcs comentem e coloque a realidade para que todos possam ver o que queremos expressar.